IA compartilhada
Uma conversa para você e para quem faz parte da sua vida. Ela sabe quem disse o quê, lembra do que vocês decidem juntos e ajuda a fazer acontecer — do jantar de hoje à mudança do ano que vem.
Marina e Bruno
Marina, Bruno e Iri
Quando vocês estão só conversando entre si, ela sai da frente. Sem palavra de ativação, sem menção. Ela simplesmente sabe a diferença entre uma conversa e uma pergunta.
“Sou vegetariano” dito pelo Bruno é sobre o Bruno. “A gente amou aquela viagem” é sobre vocês todos. Toda resposta se apoia em quem disse o quê.
Uma conversa só, sem canal paralelo. Você pergunta e a resposta — e tudo que ela fizer — aparece na frente de todo mundo, na hora.
Falante, equilibrada ou quase invisível. O quanto ela participa é um ajuste que o espaço de vocês escolhe junto, então a Iri fica tão presente quanto vocês quiserem.
Um joinha no plano, um coração na foto. As reações valem nos dois sentidos e chegam igual na conversa e no app.
Gostos, decisões, planos, piadas internas, perguntas em aberto — o contexto que normalmente mora em seis apps e duas cabeças vira memória que vocês têm em comum.
Toda memória fica visível, editável e qualquer um de vocês pode apagar. Nada escondido, nada estranho.
Sexta
🍝 Pasta al limone
Mercado
Parmesão · Manjericão + 6 itens
Conversem normalmente e a conversa vira, sem alarde, listas, planos, viagens e projetos. Telas organizadas pra quando vocês precisarem, mantidas em dia pela própria conversa. Ninguém nunca mais digita nada num app na mão.
E toda ação dela aparece na conversa, fica registrada e dá pra desfazer. Ela age na frente de vocês, nunca pelas costas.
Não é app de tarefa doméstica. É um cérebro em comum pra decisões, lembranças, planos e o empate ocasional.
Dia a dia
Decisões grandes

Lembrar

Hoje à noite

Ideias

Conversas difíceis

Casas, famílias e relações não são todas iguais — e aqui nenhuma precisa ter cara de nada. Filhos opcionais. Papel passado opcional. Vínculo obrigatório.
Uma vida, dois calendários e o fim do “eu te falei disso”.
Toda versão de família — com filhos ou sem, debaixo de um teto ou de cinco.
Aluguel, mercado e de quem é a vez, sem planilha.
Aquela viagem que sai do grupo do zap e acontece de verdade.
Um cérebro em comum pra quem já divide tudo.
Banda, clube do livro, sócios, panelinha. Se existe um “a gente”, existe um espaço.
No idioma de vocês, também. A Iri fala o que o espaço escolher, e cada um lê o app no seu.
Uma IA pessoal ouve
“Meu companheiro falou que queria ir pro Japão um dia…”
De segunda mão. Um ponto de vista só. Começando do zero toda vez.
A Iri estava lá
Ela sabe que o Bruno quer a comida de rua e você quer os museus, que outubro dava pra todo mundo — e consegue retomar a conversa assim que vocês quiserem.
Fique com sua IA pessoal
Sua, pra você
Suas perguntas, seus rascunhos, seu trabalho e seu histórico continuam na sua própria IA e nas suas ferramentas. Este produto não lê, não mistura, não quer nada disso.
Nossa, pra gente
Esta IA é feita pro que acontece entre vocês: a conversa compartilhada, as decisões, os planos, a memória que vocês constroem juntos. Não um monte de dados de indivíduos, mas uma terceira coisa que vocês levantam de propósito.
O grupo de mensagens, e tudo depois dele
Fale com a Iri onde vocês já falam entre si — no app de mensagens de sempre, sem hábito novo. Só que um grupo de mensagens esquece, e ela não: tudo que é dito lá vira alguma coisa que dá pra abrir depois.
Na conversa
A Iri fica num grupo de mensagens normal com as pessoas do espaço de vocês. Mensagens no iPhone, RCS ou SMS no Android. Pergunte algo, decidam algo, comente que acabou o café — ninguém precisa abrir app pra nada disso.
No app
A mesma conversa, mais tudo em que ela virou: as listas, o cardápio da semana, a viagem, as fotos e tudo de duradouro que a Iri aprendeu sobre vocês, organizado onde dá pra ver e mudar.
Tudo funcionando junto. O grupo é como vocês falam com ela; o app é o que sobra de ter falado.
Privado por arquitetura
Toda consulta é cercada no espaço de vocês por segurança em nível de linha. O isolamento é imposto onde os dados moram, não só no código do app.
Ela trabalha por um conjunto fixo de ferramentas tipadas, nunca com acesso direto aos dados. Pode adicionar na lista de mercado; não pode sair passeando.
Cada espaço tem a sua Iri, com a sua memória, que nunca vê outra. Abrir um espaço novo é começar uma mente nova — nada atravessa, em nenhuma direção.
Tudo que ela lembra fica listado onde todos veem, e qualquer um pode editar ou apagar qualquer parte, a qualquer momento.
Seu par. Sua família. Seus colegas de apê, sua turma de viagem, seus cúmplices. Crie o espaço em segundos e chame eles.
Criem o espaço de vocês